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Filomena Ferreira: Integra atualmente a equipa do Secretariado Técnico Ambiente do Programa NORTE2030, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, I.P., com responsabilidades na gestão dos investimentos nos domínios da conservação da natureza, recursos hídricos e recursos florestais no âmbito de medidas de proteção civil.* Licenciada em Engenharia Silvícola pelo Instituto Superior de Agronomia, em 1986 (Pré-Bolonha) com estágio integrado nos Serviços Florestais, inclui no percurso profissional a experiência em diversas vertentes da gestão e conservação da floresta: – Na Direção Regional de Ambiente e Recursos Naturais da CCDR-Norte (até 1994) e na Direção de Serviços de Ordenamento do Território da CCDR-N (até 2015) onde desenvolveu metodologias de ordenamento dos espaços florestais no âmbito da elaboração do PROT-Norte e na elaboração e revisão de IGT – Planos Municipais de Ordenamento, Planos Setoriais, Planos Especiais e representação nas Comissões Distritais de DFCI, com destaque para a integração das condicionantes legais e para a articulação com os Planos Municipais de Defesa da Floresta, em estreita articulação com a autoridade florestal-ICNF. – No Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos – POSEUR, no Secretariado Técnico da Unidade Operacional 4, Eixo II- Prevenção e Gestão de Riscos. – No Gabinete Técnico Florestal de um município da Região do Norte (2004 a 2006) com a elaboração do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (1ª geração), as atividades de apoio técnico e esclarecimento público na gestão dos espaços florestais, aplicação das medidas de silvicultura preventiva, defesa da floresta e proteção civil.
A integração no júri do Indicador 13 Gestão e Conservação da Floresta do programa Bandeira Verde ECOXXI ocorre há mais de uma década, em articulação com o ICNF, embora não tenha sido possível assegurar a representação formal desta entidade na campanha de 2026. Reconhecendo os desafios crescentes dos municípios no ordenamento e na gestão do solo rústico e dos espaços florestais, foi programada esta sessão de esclarecimento para o dia 8 de maio (11 horas), na qual se pretende clarificar dúvidas, resolver dúvidas e evidenciar os aspetos mais relevantes nas práticas dos municípios que contribuem para a melhoria do desempenho dos municípios.
* Prioridade 2A. Norte mais Verde e Hipocarbónico, objetivo específico RSO2.4. Promover a adaptação às alterações climáticas, a prevenção dos riscos de catástrofe e a resiliência, tendo em conta abordagens baseadas em ecossistemas, OE RSO2.5. Promover o acesso seguro à água, a gestão sustentável da água, incluindo a gestão integrada da água, e a resiliência hídrica e OE RSO2.7. Reforçar a proteção e preservação da natureza, a biodiversidade e as infraestruturas verdes, inclusive nas zonas urbanas, e reduzir todas as formas de poluição. Na sequência dos graves incêndios ocorridos em 2024 e 2025, de modo a fazer face aos elevados prejuízos provocados, foi criado o OE 2.10 – RESTORE.
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Diamantino Conceição: Licenciado em Engenharia Electrotécnica – Ramo de Energias Renováveis e Sistemas de Potência, pela Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (Instituto Politécnico de Setúbal), exerce desde 2016 as funções de Diretor Técnico da AREANATejo e vice-presidente da direção da RNAE (Associação das Agências de Energia e Ambiente – Rede Nacional). Tem experiência na área da
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Maria Albuquerque: Formada em Engenheira do Ambiente e integra a Direção de Cooperação e Relações Institucionais da ADENE, com responsabilidades na equipa da Coordenação Nacional do Pacto dos Autarcas, apoiando municípios no desenvolvimento e implementação das estratégias municipais em ação climática, e contribuindo para o reforço da colaboração entre os atores nacionais e internacionais que intervêm na temática.
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Sofia Cordeiro: Coordenadora da Ação Climática Local na ADENE, onde desenvolve um trabalho de proximidade com as autarquias no âmbito da Coordenação Nacional do Pacto de Autarcas para o Clima e Energia e acompanha iniciativas nacionais e europeias de transição energética. A sua experiência prévia passou pela Câmara Municipal de Lisboa, Ministério da Educação, e no setor privado na área das tecnologias de informação. Concluiu recentemente a parte curricular do Programa de Doutoramento em Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável.
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Mariana Coelho: Licenciou-se em Economia pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE, Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa), e é mestre em Finanças pela mesma instituição. Frequenta atualmente uma Pós-Graduação na Nova Information Management School (Nova IMS) em Gestão de Sistemas de Informação, com especialização em transformação digital. Estagiou e trabalhou durante quase 10 anos no Banco de Portugal, a maior parte dos quais como inspetora. Juntou-se à E&Y como Manager em fevereiro de 2024, onde foi consultora de risco e sustentabilidade. Foi também Assistente Convidada na Nova SBE, conjugando esta atividade praticamente durante todo o percurso profissional. Colaborou também pontualmente na formação de executivos. É atualmente Vereadora na Câmara Municipal de Oeiras, com responsabilidade nas áreas da Sustentabilidade, Turismo, Fundos Nacionais e Europeus, e Auditoria Interna.
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Célia Laranjeira: Licenciada em Biologia com uma pós-graduação e mestrado em Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Coimbra. Frequentou o programa Doutoral em Ciências e Engenharia do Ambiente, da Universidade de Aveiro. Com uma carreira profissional de 24 anos na área do ambiente e sustentabilidade, iniciou a sua trajetória como professora, posteriormente investigadora na Universidade de Coimbra até 2006, data em que começou a colaborar com a Câmara Municipal de Águeda, sendo chefe de divisão desde 2014 até à data. Responsável por vários projetos nacionais e internacionais, de onde se pode destaca mais recentemente a candidatura ao European Green Leaf, onde Águeda foi selecionada pela Comissão Europeia como cidade Green Leaf da Europa para 2026, ou o projeto Águeda Sm@rt City Lab, cofinanciado pelo Fundo Ambiental, e que hoje apresenta.
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Ana Carolina Ferreira: Especialista em sustentabilidade e adaptação climática, com 20 anos de experiência na administração local. Dirige a Unidade de Estratégia, Inovação e Sustentabilidade e é doutoranda em Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável. Coordena o LabODS e o programa Mafra Mais Sustentável, liderando a localização e implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no território. É responsável por projetos estratégicos como o 1.º Relatório Voluntário Local (VLR) português, o Plano de Ação Climática (PMAC2030) e o Plano Estratégico de Reabilitação das Linhas de Água (PERLA). Representa regularmente o Município em fóruns nacionais e internacionais, destacando o seu contributo para políticas públicas inovadoras e alinhadas com a Agenda 2030.
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Clara Fernandes é licenciada em Engenharia Florestal, pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa, e desenvolve atividade técnica, desde dezembro de 2023 até à atualidade, no município de Matosinhos, nas áreas da Ação Climática e Economia Circular. É também a técnica responsável pela candidatura do município de Matosinhos ao Galardão Bandeira Verde ECOXXI 2024 e 2025.
Anteriormente, desenvolveu atividade técnica, nas áreas da Conservação da Natureza e Biodiversidade, no município de Loulé, sendo responsável pela gestão das Áreas Protegidas de âmbito local daquele município, nomeadamente Planeamento e execução de atividades de manutenção de infraestruturas e equipamentos de visitação, homologação dos percursos pedestres e implementação de um sistema de contagem de visitantes (Menção Honrosa do Prémio ICNF – Uma Ideia Natural 2017), monitorização de fauna e flora, atividades de educação ambiental dirigidas ao público escolar e ao público em geral, elaboração de material didático e de divulgação dos valores naturais, bem como de ações de voluntariado ambiental, entre outros. Fez parte da equipa técnica do aspirante a Geoparque Algarvensis para as temáticas da Biodiversidade e Sensibilização e Informação Ambiental.
Na área florestal, foi responsável pela elaboração dos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios do município de Faro e de Loulé e dos Planos Operacionais Municipais de Faro e Loulé, bem como da realização de ações de sensibilização para a prevenção de incêndios rurais, dirigido ao público em geral e escolar. Fez parte da equipa técnica de especialistas, em projetos europeus, sobre incêndios rurais, da Comunidade Intermunicipal do Algarve.
Desenvolveu também atividade técnica na área florestal, na elaboração do Plano Regional de Ordenamento Florestal do Algarve – na delegação regional do Algarve dos Serviços Florestais- análise de investimentos a programas de apoio à Florestação – no IFADAP – e, desenvolveu ainda atividade de coordenação, na área agrícola, em Operações Estatísticas, na delegação de Faro do Instituto Nacional de Estatística.
Eng.º João Miguel Fernandes – Licenciado em Engenharia dos Recursos Naturais e Ambiente, com experiência comprovada nas áreas da Segurança da Informação, Qualidade, Ambiente, Segurança Alimentar, Segurança do Trabalho. Desempenha desde 2020, as funções de Engenheiro do Ambiente no Município de Vila de Rei, exercendo o cargo de Técnico Superior de Ambiente, na Divisão de Turismo, Cultura e Ambiente, nas áreas do abastecimento de água, gestão de resíduos, saneamento, espaços verdes e ação climática.
Alexandra Ferreira de Carvalho licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1992.
Em 27 de junho de 2018, foi designada para o exercício do cargo de Secretária-Geral do Ministério do Ambiente, funções que desempenhava desde novembro de 2014 em regime de substituição. É responsável pela atuação do Ministério no âmbito internacional, assegurando o apoio à formulação de políticas e de estratégias que contribuem para o crescimento sustentável num processo de transição para uma sociedade neutra em carbono.
Nas suas funções é ainda responsável pela coordenação do programa orçamental do Ministério. Igualmente encontra-se incumbida do apoio técnico e administrativo a conceder aos membros do Governo e aos serviços da administração direta do Ministério, nos domínios da gestão de recursos humanos, financeiros, jurídico e de contencioso, e ainda da informação e relações públicas.
Desde 1 de janeiro de 2017 que, por inerência de funções, é Diretora do Fundo Ambiental, instrumento financeiro que apoia entidades, atividades ou projetos que concretizem políticas de desenvolvimento sustentável e que contribuem para o cumprimento dos objetivos nacionais e internacionais nos domínios da descarbonização, das alterações climáticas, da economia circular, da educação ambiental, da recuperação de danos ambientais, da conservação da natureza e dos recursos hídricos
Nos dez anos que antecederam estas funções, foi Diretora do Departamento de Relações Internacionais do então Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, em que promoveu a atividade internacional do Ministério na União Europeia e em organismos bilaterais e multilaterais, assegurou a gestão de processos de pré-contencioso e contencioso comunitário, contribuindo para o reforço do papel do Ministério na definição e implementação de políticas de cooperação para o desenvolvimento.
Em 2007, coordenou a participação do Ministério na Presidência Portuguesa da União Europeia. Entre 2001 e 2002, desempenhou funções como assessora na Direção Regional do Ambiente e Ordenamento do Território do Algarve. Entre 1992 e 2001, trabalhou no Gabinete para os Assuntos Legislativos de Macau, tendo participado nas negociações do Grupo de Ligação Conjunto Luso-Chinês.








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